Mostrando postagens com marcador Música para meus ouvidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música para meus ouvidos. Mostrar todas as postagens

04 fevereiro 2010

Entrevista com o Humberto Gessinger na Guitar Player


Pra quem gosta, tem entrevista do Humberto na Guitar Player...


"

Essas trocas de integrantes revelam certa crise de identidade sonora em algum momento da banda?

Não. Se analisarmos os discos individualmente, veremos que todos têm sua força. Nisso, os Engenheiros do Hawaii sempre foram constantes. Às vezes, com mais exposição, às vezes, falando para os “fãs de fé”. Mas sempre convictos e sinceros. Quanto mais passa o tempo, menos importantes ficam os rótulos. O que fica é a música. Quando um disco sai, fala-se pouco da música e se dá muita importância às coisas acessórias, como quando o Radiohead lançou ‘In Rainbows’ e só se falava da forma como o disco seria vendido, tendo o preço decidido pelo comprador. Afinal, era um disco ou uma tese sobre economia no mundo globalizado?

Se a banda voltasse, você assumiria a guitarra ou o baixo?

No momento, não penso seriamente em voltar. Então, qualquer resposta seria tão subjetiva que não faria sentido."


Clica aqui

10 fevereiro 2009

Mysterious Guitar Man

Pense num cabra que toca muito... e manja muito de edição também.



Inté

dica do Rafael

18 dezembro 2008

Quando o belo vem sem etiqueta

Recebi por email e repasso:

Quando o belo vem sem etiqueta...

O cara desce na estação do metrô de Washington vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush
matinal.

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço,
indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.



E você?

Pára para admirar obras de arte?
Um por do sol
Uma boa música
Uma pintura
Um rosto
Uma fotografia
Um olhar
Uma árvore
Um bonsai
Um amor

No ritmo em que estamos vivendo, essa vida não vale pra nada...

14 novembro 2008

Eric Clapton - Complete Clapton


Pessoal,

Só quero dar uma dica excelente de CD. É a coletânea Complete Clapton, do Eric Clapton.

São quase 40 canções na interpretação desse guitarrista fora do normal, que inclusive já foi chamado de "preguiçoso" ou "mão lenta". Bom, escuta o cara e você vai quer que tá tudo errado!!!

Bom, pra baixar você procura na internet porque eu já baixei, mas não vou incitar os outros a pecarem... kkkkkkkkkkkkk

Tô enchendo o saco... pega aqui

22 outubro 2008

Depois da Curva (Gessinger)

Link pra canção no youtube

"amanhã, talvez /esse vendaval faça algum sentido
dá pra se dizer /qualquer coisa sobre todo mundo

por hoje é só / vou deixar passar a ventania
talvez amanhã / vento, vela e velocidade
mar azul / céu azul sem nuvens
logo ali… depois da curva /ali, logo ali, ali… depois da curva
amanhã talvez / esse temporal saia do caminho
dá pra escrever / o papel aceita toda qualquer coisa
por hoje é só /vou deixar passar a tempestade
talvez amanhã / água pura e toda verdade
mar azul / céu azul sem nuvens

logo ali… depois da curva ali, logo ali, ali… depois da curva
ali, logo ali, ali… depois da curva
ali, logo ali / eu vi, eu vim, venci a curva"


A razão de eu postar essa canção aqui tem a ver com o fato de gostar dela. Outra razão é pelo fato de me identificar com ela. Afinal, minha vida atravessa o mesmo caminho.

Deixar tanto para trás e lançar fora fundamentos que hoje já não suportam nada, não é e nunca será fácil. Se livrar de tanta história e saber a diferença entre saudade e lembrança é um tarefa pra lá de complicada.

E me sinto assim... olhando para a curva e sabendo que há algo por lá.
Me sinto no meio do vendaval, ouvindo tudo e lendo tudo... afinal, dá pra se dizer toda e qualquer coisa.
Mas por hoje é só, vou deixar passar a ventania e amanhã, vento, vela e velocidade!

Mar azul.

13 outubro 2008

Pouca Vogal


Pense num homem feliz!!!

Humberto Gessinger acaba de lançar um novo CD: Pouca Vogal.

Você encontra mais informações aqui.

fica a entrevista do cara!

Caramba, como eu gosto de ouvir esse cara. Já baixei o CD, depois comento mais:

*****************************

Oi. Isto é o que chamam de “release”.

Meu nome é Humberto Gessinger. Pouca Vogal é um duo que formei com Duca Leindecker. Venho dos Engenheiros do Hawaii, banda que montei em 1985 e com a qual, até 2008, lancei 18 discos e 5 DVDs.
Duca vem da banda Cidadão Quem, formada em 1990, com 7 discos e 1 DVD lançados. Também já lançou um disco solo, além de fazer trilhas para cinema e teatro.
Mais detalhes sobre nossas histórias podem ser encontrados nos sites www.engenheirosdohawaii.com.br e www.cidadaoquem.com.br.

Vamos ao que interessa. Por onde começo? Não sei… Escrevendo release sou um fracasso. Vou tentar outra forma. Que tal eu me entrevistar? Aí vai:

HG: Como vocês se encontraram?
AgAgê: É uma história antiga, da segunda metade do século passado. Ali por 85, eu encontrei na rua um moleque que tocava guitarra. Ele sabia que eu tinha comprado uma Fender Telecaster. Na época, não era fácil descolar instrumentos legais. O menino ficou de passar lá em casa pra conferir a guitarra. Fiquei chocado quando vi ele tocar. Tirou sons da minha guitarra que eu não imaginava que estivessem lá. Tocava demais! Técnica, estilo, emoção e o diabo a 4. Esse garoto era o Duca Leindecker.
Aperta a tecla FastForward… Em 2004, Duca me convidou para participar do CD/DVD Cidadão Quem No Theatro São Pedro. Tocamos Terra de Gigantes, uma canção que eu havia escrito e gravado com os EngHaw.
FF de novo. Em 2007, Duca me pediu uma música para o novo disco da Cidadão Quem. Havia uma da qual eu gostava muito e só não tinha gravado ainda por achar que faltava alguma coisa. Passei para o Duca, que matou a charada escrevendo um novo refrão. A música é A Força do Silêncio e está no disco 7.
Agora, com a coincidência da pausa de nossas bandas, partimos para o Pouca Vogal.

HG: Por que o nome Pouca Vogal?
AgAgê: É um chiste com nossos sobrenomes, Leindecker e Gessinger. Se quisermos fazer um pouco de sociologia de boteco, podemos falar de como as vogais vão rareando à medida em que descemos pelo mapa do Brasil. O frio vai aumentando, a vegetação fica mais tímida, o verde vai ficando mais parecido com o azul, as pessoas mais introspectivas. Imigrantes com suas consoantes. Ao mesmo tempo em que exageram, algo de verdadeiro guardam essas generalizações.
Pelo Aurélio, vogal é o fonema que se produz com o livre escapamento de ar pela boca. Consoante é o fonema que resulta do fechamento ou estreitamento de qualquer região acima da glote.




HG: Há outros músicos acompanhando vocês?
AgAgê: Não. Só nós 2. É um formato que sempre me fascinou. Seja um duo de violões clássicos como os irmãos Assad, uma dupla caipira como Pena Branca & Xavantinho, um lance pop como Simon & Garfunkel ou jazz como Larry Coryell & Philip Catherine, há algo especial quando duas pessoas estão tocando. Depois do solo, é o mínimo. Mas, nesse mínimo, pode rolar o máximo diálogo musical. Duca já fez trabalhos geniais em duos com Frank Solari e com Borghettinho.

HG: Quais instrumentos vocês usam?
AgAgê: Eu sigo nos instrumentos acústicos: violão, viola caipira, dobro, harmônicas, piano. Além da MIDI Pedalboard, que é um teclado que a gente toca com os pés. Duca toca guitarra, violões com afinações esquisitas e bombo legüero, um instrumento de percussão característico do pampa.
É bem intenso. Em momentos, eu toco violão, harmônica, faço baixos com os pés enquanto o Duca sola na guitarra e faz percussão. Tudo ao mesmo tempo. Geralmente, quando um artista chega à quilometragem em que chegamos, pensa em desfrutar do conforto de um repertório já conhecido e de vários bons músicos aparando arestas. Mas nós estamos vibrando em outras freqüências, definitivamente. Queremos sair da zona de conforto por achar que só tensa a corda vibra legal. A vida é mesmo muito curta pra ser pequena.

HG: Qual é o repertório?
AgAgê: A partir do dia 11 de setembro, 8 músicas inéditas estarão no site www.poucavogal.com.br. O pessoal vai poder baixar, não vamos cobrar nada, é free. Não estamos interessados em transformar esta atitude em um “assunto”. Nosso interesse nos intestinos da indústria cultural é próximo de nenhum. Nos shows, vamos tocar, além destas, algumas músicas dos Engenheiros do Hawaii e da Cidadão Quem.

HG: Quais são e como surgiram as músicas novas?
AgAgê: TENTENTENDER: a idéia me veio num vôo enquanto eu observava a sombra do avião rastejando lá embaixo. Mandei uma demo para o Duca e ele reescreveu a melodia do refrão.
DEPOIS DA CURVA e BREVE: Duca me mandou as músicas e eu escrevi as letras. A primeira fala da esperança de encontrar coisas melhores depois da curva, depois da chuva. Talvez, o amanhã colorido. A segunda é sobre a dificuldade e necessidade de unir firmeza e delicadeza na hora de cair fora. Quando ser bravo é ser breve, hay que endurecer, pero sin perder la ternura.
VÔO DO BESOURO e ALÉM DA MÁSCARA: escrevi as duas sozinho, mas já com o duo no horizonte. Dizem que o besouro tem o design menos apropriado para voar. Esta e outras contradições sempre me interessaram. Para além da máscara é que devemos olhar. Além do que é sentido, além do que é sabido.
NA PAZ E NA PRESSÃO: Duca escreveu numa dessas horas em que a gente quer gritar ou sussurrar ¡Tchau Radar!
PRA QUEM GOSTA DE NÓS: um nó nos prende ou nos leva na velocidade de uma milha marítima por hora. Um nó amarra o laço ou o lenço. Eu já tinha escrito há mais tempo, mas só agora cheguei ao arranjo certo. Mistura de viola caipira e guitarra hendrixiana. Pra quem gosta do nó que nos une, Pouca Vogal será um prato cheio.
POUCA VOGAL: escrevi um pouco para explicar o conceito, um pouco para falar da minha ida ao Rio de Janeiro e da volta à PoA. De lambuja, cita Piano Bar (uma canção dos EngHaw) e homenageia Kleiton & Kledir, que melhor souberam, até hoje, misturar regionalismo gaucho e música pop.

HG: Que tipo de reação vocês esperam dos fãs das bandas Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem?
AgAgê: Acho que o maior sinal de respeito de um artista em relação ao seu público é não pensar nele na hora em que cria. Eu não quero que os artistas dos quais eu gosto pensem em mim quando criam. Não quero que os políticos nos quais eu voto façam pesquisas pra saber como quero que eles falem e atuem. Fica parecendo um cão perseguindo o próprio rabo. Quero que eles tenham A Visão e corram o risco de encontrar ou não quem se interesse por ela.
Resumir todas as pessoas que gostam do teu trabalho num estereótipo de “fã” também me parece grosseiro. Cada fã é fã da sua forma, com suas particularidades. Cada um tem seu caminho, sua maneira de passear pela obra. Não gosto que me vejam como produto, por isso não penso neles como consumidores. Obviamente será maravilhoso se todos gostarem de tudo. Se os teatros estiverem todos lotados e as bocas todas sorrindo e pedindo bis. Caso esse mundo ideal não se concretize, estaremos tranqüilos por estar seguindo noss’A Visão.

HG: A banda Engenheiros do Hawaii acabou?
AgAgê: Não. Pretendo voltar quando o Duca encher o saco de mim.

HG: Cidadão Quem acabou?
AgAgê: Que eu saiba, não.

HG: Gostaria de dizer algo mais?
AgAgê: Não sei por que, gostaria de dar nossas datas e locais de nascimento.
Humberto Gessinger: Porto Alegre, 18:30h do dia 24 de dezembro de 1963.
Duca Leindecker: Porto Alegre, 10:30h do dia 5 de abril de 1970.

Porto Alegre, setembro 2008

25 agosto 2008

Na Veia


O engraçado é que Engenheiros do Hawaii sempre teve essa conotação "religiosa" pra mim... de certa forma, encontrava ali algumas verdades que não podia encontrar em outros lugares. Com o tempo acabei sendo chamado de doido, afinal, como Deus iria falar através de uma banda de rock?

E o pior é que fala! Pelo menos para quem tem ouvidos para ouvir.
Deus também fala através dos pássaros, cachorrinhos, crianças e até gente da igreja.
Assim, quem tem ouvidos... ouve.

Na viagem este final de semana eu ouvia mais uma vez os álbuns e me deparei com a música a seguir. Caramba, novamente, lá está Deus falando comigo através do Humberto Gessinger (agora os espirituais estão tendo um ataque).

Pois bem, ei-la:

Se você perguntar por mim
vão dizer que eu ando muito estranho
vão dizer que eu ando por aí
quando você perguntar por mim

se você perguntar por mim
vão dizer as coisas mais estranhas
nenhuma resposta vai satisfazer
quando você perguntar por mim
! vem !
ver com os próprios olhos
! vem !
ver a vida como ela é

se você está mesmo a fim
de saber por onde eu ando
de saber por quê eu ando assim
é melhor nem perguntar por mim
! vem !
ver com os próprios olhos
! vem !
ver a vida como ela é

sem filtro, na veia
sem filtro, na veia
! vem !
ver com os próprios olhos
! vem !
ver a vida como ela é




O Clipe tá aí abaixo:



Deus abençoe o Gessinger!!!

07 julho 2008

Ouro de Tolo

Anna Luisa canta Ouro de Tolo do Raul!

considero poucas músicas tão emblemáticas quanto essa!

27 junho 2008

Dear Mr. President

Cara, agora a Pink mandou bem... muito bem!



Como está em Inglês, tô pensando em botar legendas... mas tô meio sem tempo.

A tradução do Letras.Terra tá aí embaixo.

"Querido Sr. Presidente
Venha dar uma volta comigo
Vamos fingir que somos apenas duas pessoas e
Você não é melhor do que eu
Eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas se pudermos conversar honestamente

O que você sente quando vê tantas pessoas sem lar nas ruas?
Por quem você reza a noite antes de dormir?
O que você sente quando olha no espelho?
Você está orgulhoso?

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos
E me dizer porquê?

Querido Sr. Presidente
Você era um garoto sozinho?

Você é um garoto sozinho?
Você é um garoto sozinho?
Como você pode dizer
Que nenhuma criança é deixada para trás
Nós não somos bobos e não somos cegos
Eles estão todos sentados em suas celas
Enquanto você financia o caminho para o inferno

Que tipo de pai tiraria os direitos da própria filha?
E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay?
Eu posso só imaginar o que a Primeira-dama tem a dizer
Você veio de um longo caminho de uísque e cocaína

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a cabeça erguida?
Você pode pelo menos me olhar nos olhos?


Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Salário minimo com um bebê a caminho
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Reconstruir sua casa depois que as bombas a levaram embora
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Construir uma cama com caixas de papelão
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Você não sabe nada sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Oh

Como você dorme a noite?
Como você anda com a cabeça erguida?
Querido Sr. Presidente
Você nunca daria uma volta comigo...
Daria?"

Thanks pra minha cunhada Larissa

26 junho 2008

What it is

Esta é o clip da What it is, música de abertura do álbum Sailing to Philadelphia, o último álbum lançado pelo Mark Knopfler, ex guitarrista e líder da Dire Straits.

Sou fã de carteirinha desse cara. Já gostava dele na Dire, mas em seus dois cd´s solos encontrei uma música bem mais folk, muito mais a cara dele. Não é segredo que ele é um dos guitarristas mais famosos e talentosos do mundo, talvez o estilo não agrade, mas que ele é... ah, ele é sim!

17 junho 2008

Thiago, Beto e Cia!

eis aqui o vídeo de uma das gravações que aconteceu na Casa da Cultura com a equipe do Beto.

Nesse, destaque para o Thiago no Violino.

Boa brother!!!

28 maio 2008

Cenas que marcam

Essa cena de Perfume de Mulher se tornou uma das cenas mais emocionantes do cinema.

Al Pacino interpreta um coronel cego que ensina a um rapaz valores inpagáveis da vida.

28 abril 2008

Nada te faltará

ISSO É QUE É MÚSICA PROFÉTICA!!!!!!

Letra da Ana Carolina

*******************************************

Pra onde vamos
As vans, carros e bicicletas?
Certezas avessas
Comércio de guerra
Legado de merda

Mais de um bilhão de chineses
Marchando sem deuses
E outros descalços
Fazendo sapatos
Pra nobres e ratos

Sobe do solo
A nuvem de óleo com cheiro
De enxofre queimado
Fudendo com os ares
E outras barbáries

Quero mudança total
Uma idéia genial
A ciência e o amor
A favor do futuro
Quero o claro no escuro

Peço paz aos filhos de abraão
Quero gandhi na melhor versão

E nada vai me faltar, e nada te faltará
E nada vai me faltar, e nada te faltará

Pra onde seguem os barcos?
Os homens, suas trilhas
Seus filhos e filhas
No pau da miséria?
Um pico na artéria

As mulheres pedintes perdidas
Que já quase loucas
Dividem o frio da noite
Com as drags
As mães e os "carregues"

Meninas sangrando na boca
E no meio das pernas
No meio da noite
Tomando cacete
Sem dente, sem leite

Quero respeito
Os humanos direitos
Fazendo pensar os pilares
De uma nova era
Que não seja quimera

Peço paz aos filhos de abraão
Quero gandhi na melhor versão

E nada vai me faltar, e nada te faltará
E nada vai me faltar, e nada te faltará

08 abril 2008

A flauta mágica



A Flauta Mágica (Die Zauberflöte) é uma opera em dois atos composta em 1791 por Wolfgang Amadeus Mozart. É uma obra belíssima, popularizada aqui no Brasil pelo Edson Cordeiro. Eis aqui um trecho com o diálogo e depois a interpretação de Diana Damrau da aria Queen of the Night.

24 março 2008

Nessum Dorma


Sim, eu sei... todo mundo se apaixonou por Paul Pots quando ele cantou Nessum Dorma no Britain´s Got Talent.

Mas ele se inspirou em alguém e neste momento, faço minha homenagem póstuma aquele que preencheu muito do vazio com canções eternas e foi a inspiração de Paul Pots

Pavarotti:

Hold Me Jesus

Abaixo a interpretação mais do que celeste de Phill Keaggy com a canção Hold Me Jesus de Rich Mullins:



Sabe, em meio ao lixo que se tornou a música assim chamada evangélica, eu tenho retomado às velhas receitas. Phill Keaggy é um desses.

Esse cara era um riponga de primeira e se encontrou com Jesus. A partir daí ele começou a compor e gravar canções maravilhosas.

Você pode encontrar a história de Phil no site dele: http://www.philkeaggy.com/

Uma lenda urbana diz que certa vez perguntaram à Jimmy Hendrix como era ser o melhor guitarrista do mundo, a resposta foi a seguinte: "Pergunte ao Phil Keaggy". Ninguém pode confirmar, mas procure um pouco mais sobre a obra dele e verá a qualidade!

Um último detalhe: Phil não possui o dedo médio.


***************

Letra da música:

Well, sometimes my life just don't make sense at all
When the mountains look so big
And my faith just seems so small
So hold me Jesus, 'cause I'm shaking like a leaf
You have been King of my glory
Won't You be my Prince of Peace
And I wake up in the night and feel the dark
It's so hot inside my soul
I swear there must be blisters on my heart
So hold me Jesus, 'cause I'm shaking like a leaf
You have been King of my glory
Won't You be my Prince of Peace
Surrender don't come natural to me
I'd rather fight You for something I don't really want
Than to take what You give that I need
And I've beat my head against so many walls
Now I'm falling down, I'm falling on my knees
And this Salvation Army band is playing this hymn
And Your grace rings out so deep
It makes my resistance seem so thin
I'm singing hold me Jesus, 'cause I'm shaking like a leaf
You have been King of my glory
Won't You be my Prince of Peace
You have been King of my glory
Won't You be my Prince of Peace

Leonardo Gonçalves - Getsemâni


Abaixo uma das canções mais lindas que já ouvi na interpretação de Leonardo Gonçalves, autor da música.

Ah, como me dá alegria canções que falam de Jesus sem pedir nada...

18 março 2008

Eu sou Emo

Cara... só podia ser a turma do Maurício Ricardo:



Os caras são muito bons mesmo!

Ah, e detalhe, o clip foi gravado no mesmo estúdio que a turma da banda lá da VIDE ensaia às quartas!

25 fevereiro 2008

Jazz - Ana Cañas

Fiquei impressionado com a qualidade tanto do documentário, quanto da artista e depois de sua música:



O CD se chama Amor&Caos. E é excelente!