13 outubro 2008

Geração Algodão Doce

Vou colocar apenas o início do texto aqui... se quiser ler mais, por favor, clique no link.

Eu concordo em gênero, número e grau!

Sou um admirador da hombridade antiga e ainda praticante. Mas infelizmente, não é uma característica tão valorizada assim nos dias de hoje. Mas sigo firme.

Segue:

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Muitas vezes me parece que a geração de papai e mamãe foi melhor do que a minha e do que a de seus pais.

Recordei ainda que quando eu era menino as pessoas morriam por muitas razões. Quase tudo matava. A idade média do amazonense nos anos 50 era de pouco mais de trinta anos de idade. Hoje a idade média no Amazonas beira os 70 anos.

Um jovem de trinta anos hoje, que muitas vezes não casou e não saiu de casa, ainda que trabalhe, sente-se um menino, enquanto, a mesma pessoa, 50 anos antes, sentir-se-ia esmagado por responsabilidades, e preocupava-se com a aposentadoria mais do que com lazer, viagens ou aquisições.

É uma pena que tal “longevidade” não se faça acompanhar do carnegão que antes existia nas pessoas.

Hoje todos são muito fracos e imaturos. As exceções, em geral, acontecem apenas entre os mais pobres. No entanto, falando do todo, o que se tem é que esta geração é fraca.

Sim! Sabem muita coisa, mas são insensatos. Fazem muitas coisas, mas realizam quase nada. Pensam em dinheiro, depois em ter filhos. Antes se pensava em ter filhos, e, então, se corria atrás do dinheiro. Se houvesse alguma separação conjugal, coisa muito rara, a mulher e os filhos tinham prioridade em tudo. Não era uma questão de leis, mas de honradez. Hoje se discute na justiça. Têm-se leis, mas não se tem humanidade.


continua

Um comentário:

Mônica disse...

É impressionante a capacidade que o Caio tem de sintetizar os pensamentos. É exatamente o que eu acho...